Eduardo Costa é denunciado pelo Ministério Público por estelionato

Escrito por em 30/11/2021

Denunciado por estelionato pelo Ministério Público de Minas Gerais, o cantor Eduardo Costa é suspeito de ter dado como parte do pagamento de uma mansão um imóvel com pendências judiciais. De acordo com o MPMG, o cantor omitiu as pendências durante a negociação. O jornal O Globo apurou junto à defesa dos vendedores da mansão que o artista não informou que o imóvel tinha dívidas de impostos, ação de reintegração de posse e pedidos de demolição de uma parte edificada sobre uma área proibida.

Eduardo Costa pagou pela mansão, que fica no bairro nobre da Pampulha, em Belo Horizonte, R$ 9 milhões. Como parte deste pagamento, foi oferecido pelo cantor um imóvel situado no balneário de Escarpas do Lago, em Capitólio, a 313 km de Belo Horizonte, no valor de R$ 5,6 milhões.

Segundo Arnaldo Soares Alves, advogado das vítimas, a casa oferecida como parte do pagamento não está registrada em cartório, não foi recolhido INPS da casa, não está averbada na prefeitura para fins de IPTU, não está regularizada na prefeitura, nada disso existe. Informação que foi omitida pelo artista durante a negociação.

De acordo com a defesa, o contrato da compra da mansão foi redigido pelos advogados de Eduardo Costa, e nele consta que o imóvel ofertado estava livre e desembaraçado de ônus.

Outras pessoas próximas ao cantor também estão sendo investigadas. Gustavo Caetano Silva, conhecido como Caeta, assinou o contrato de compra da mansão como testemunha. Ângela das Graças Nogueira Teles, considerada mãe de criação de Eduardo Costa, e Graziela Lopes Costa, uma funcionária do cantor, também estão sendo investigadas por prestarem testemunhos falsos nas audiências, pois teriam afirmado que o imóvel não estava irregular. As informações são do jornal O Globo.

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