Organizações se unem para impedir golpe e cobram adesões

Escrito por em 13/07/2022

Para combater um possível golpe nas eleições deste ano executado pelo presidente Jair Bolsonaro (PL), um grupo de organizações e ativistas já se movimenta para tentar articular uma reação à ameaça de ruptura democrática e convencer mais setores sobre a urgência de mobilização. De acordo como Bahia.Ba, centenas de entidades da sociedade civil, movimentos sociais e políticos, profissionais do direito, militantes e acadêmicos atuam, em público e nos bastidores, para traçarem o roteiro de uma resposta imediata a ataques efetivos contra a ordem eleitoral.

A maior parte das ações se dá em conjunto com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que ampliou o contato com vários segmentos para barrar a investida autoritária. O esforço conta também com iniciativas que querem se manter discretas para driblar perseguições do bolsonarismo.

Unificados pelas pautas de respeito às urnas e ao resultado eleitoral, os grupos ainda não descobriram a forma exata de evitar uma tentativa de golpe no Brasil em 2022, mas a prioridade do momento é reduzir o alcance das campanhas de desinformação e das alegações infundadas de fraudes no pleito, segundo reportagem da Folha de S. Paulo. Os caminhos adotados até aqui incluem ações de prevenção e alerta. São conversas dos movimentos com representantes do TSE, do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Congresso Nacional, além de diálogos em fóruns que reúnem plataformas de redes sociais e partidos.

Em janeiro de 2021, apoiadores do então presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que havia perdido o pleito em que tentava a reeleição, invadiram o Capitólio, em Washington. Na ocasião, cinco pessoas morreram. O temor que algo semelhante aconteça no Brasil tem mobilizado os grupos.

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