Secretário orienta integrantes de novos públicos-alvo a procurarem postos para tomar vacina

Escrito por em 03/05/2021

Com a chegada de novas doses de vacinas contra a Covid-19, a Bahia passou a imunizar novos públicos-alvos: pessoas com doenças crônicas, deficiência permanente e grávidas. Para garantir o avanço do plano de imunização no estado, o secretário de Saúde, Fábio Vilas-Boas, pediu que os integrantes do novo grupo procurem os postos de saúde para serem imunizados.

“Avançamos muito na vacinação dos idosos e conseguimos agora entrar no terceiro grupo, que são pessoas com doenças, principalmente com doenças crônicas, como hipertensão e diabetes. Temos 1,7 milhão de pessoas na Bahia que se enquadram nesse grupo. Precisamos que as pessoas procurem as secretarias imediatamente, para que a gente não tenha uma queda na velocidade de vacinação”, disse nesta segunda-feira (3), em entrevista ao Jornal da Manhã, da TV Bahia.

Vilas-Boas detalhou um pouco da estratégia adotada pelo governo estadual, que tem como foco alcançar novos públicos prioritários até chegar aos jovens de 18 anos. “A recomendação é que os Municípios vacinem essas pessoas com base em faixas etárias, de forma regressiva. Ou seja, vamos vacinar primeiro os hipertensos entre 55 e 59 anos. Daqui uma semana, se já houver avanço importante, baixa para 50 e 54 anos, até chegar aos 40 anos. Quando chegarmos aos 40 anos, vamos pegar os professores, os seguranças, trabalhadores de limpeza, metroviários e rodoviários, esse grupo que está sendo vacinado de 40 anos para cima vai se juntar com os portadores de doenças crônicas e vamos todos juntos de mãos dadas caminhando até os 18 anos”, afirmou.

O secretário também comentou sobre a chegada de novas doses de vacinas nesta segunda-feira. Um avião com 405 mil doses da Oxford/AstraZeneca e 26,9 mil doses da Pfizer/BioNTech deve desembarcar no aeroporto de Salvador às 9h45. Será o primeiro lote que o estado recebe o imunizante da Pfizer, que precisa de ultracongeladores e que possui um intervalo de três meses da aplicação da primeira para a segunda dose.

“Vacina completamente diferente das demais. São vacinas desenvolvidas com plataforma de engenharia genética que usa segmento do código genético do vírus, esse seguimento funciona como um vírus de computador que infecta a nossa célula muscular. A gente engana o sistema imune da pessoa, que passa a entender como se tivesse vírus. É objeto de cuidado para pessoas alérgicas”, alertou Vilas-Boa

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